terça-feira, 5 de junho de 2018

Resenha | Filme: A Chegada

Sim, não sou a pessoa mais atualizada com filmes que não são de ação.
Sim, demorei 2 anos para ver esse filme.
E sim, não consegui ficar impactada como todas as outras pessoas que vi comentando sobre esse filme.

Achei o final do filme bem bonito e emocionante.
Achei que a Amy Adams teve uma boa atuação.
A fotografia do filme é linda.
A história não é pesada.
E só!

A primeira hora de filme dá um pouquinho de sono, confesso.
Depois você se torna bem curioso e querendo saber exatamente o que está por trás de tudo que você está assistindo.
E tudo que você pensou cai por terra no final.

Eu confesso que vi inúmeras resenhas colocando o filme em um patamar que eu não consegui entender.
Seria eu tão ignorante a ponto de achar que o filme poderia ter um plus?
E também ignorante a ponto de achar que ficou faltando um pouco mais de explicação?

Enfim, o filme me impactou num nível que estou a caça de vídeos de resenhas sobre o mesmo no Youtube, e não paro de pensar que faltou um entendimento da minha pessoa.
Acho que por ser mais ligada em filmes realistas não consegui ser tocada tanto assim pelo filme.
Mas se você não viu, assista.

A mensagem é linda, mas na MINHA opinião é só isso.

#mejulguem



segunda-feira, 4 de junho de 2018

Mudanças

Muitas vezes nos vemos insatisfeitos com várias coisas em nossas vidas e ao invés de tomarmos atitudes e mudarmos, seguimos reclamando, tentando empurrar a culpa para terceiros e para a correria do dia-a-dia, e de concreto nada FAZEMOS.

Me peguei nesse fim de semana pensando em tudo que me deixa insatisfeita.
E pude perceber que uma coisa puxa outra, e tudo ajuda a minha atitude de nada fazer para mudar.
Sim, assumo minha culpa.
Esse é o pontapé inicial para mudarmos ...

Hoje eu indicaria que tenho três grandes frustrações: no âmbito profissional, nas minhas relações pessoais com pessoas bem próximas e com o meu corpo.
Coisas distintas sim, mas que fazem com que a vida não flua como deveria.

Profissionalmente houveram mudanças do meio de 2017 para cá, e desde então a vida trocou de rumo e a rotina que eu vinha mantendo há 3 anos se desfez.
Com isso parei de treinar como eu fazia, parei de comer direito como eu comia, parei de ter os horários que eu tinha.
Parece besteira, mas tudo mudou.
E sim, me sinto desde então frustrada.

Seguindo a carona das mudanças profissionais, vem as mudanças com meu corpo.
Parar de treinar e de me alimentar direito fez com que eu obviamente ganhasse peso.
Até tentei voltar a treinar, fui algumas vezes a academia, mas NUNCA mais tive a mesma rotina e o mesmo foco.
Antes eu levava minha alimentação para o trabalho e agora se tornou inviável.
E comer na rua, com poucas possibilidades, faz com que as minhas escolhas não sejam boas.
E por conta de toda ansiedade de não estar feliz profissionalmente, sinto vontade de comer o dia inteiro. Todos os dias.

E aí vem os problemas de relações pessoais ...
Tenho dois pontos: preciso parar de tentar mudar as atitudes das pessoas próximas a mim, pois me preocupar demais me faz um mal imensurável, e preciso esquecer pessoas que saíram da minha vida.
Não vou me estender nesses assuntos mas o fato é que tudo isso também causa ansiedade e estresse e faz com que eu tente compensar isso na comida.
Nunca tive isso, sempre ficava sem vontade de comer quando não estava 100% mas com a idade e com as mudanças no metabolismo o jogo inverteu, e não foi a meu favor.

Mas vamos ao ponto principal: Mudanças.
Nesse fim de semana resolvi que iria voltar a focar em mim.
Primeiro com uma reeducação alimentar aliada aos exercícios físicos.
Tô numa pegada complicada por estar sempre na ponte aérea, mas isso não pode ser desculpa para eu não me cuidar.
Resolvi também que o que eu não posso mudar, em terceiros, não compete a mim e por isso tenho que focar em mim. Na minha saúde mental e no meu bem estar.
Profissionalmente é mais complicado, por não depender totalmente de mim, mas o foco é buscar o melhor, fazer o melhor e ter paciência.

Mudar não é fácil.
Mudar os pensamentos que nos levam a frustração é mais difícil ainda.
Mas se não começarmos, nunca chegaremos a lugar nenhum.
Reclamar, reclamar e só reclamar, não faz o Universo conspirar a nosso favor.
Pensar positivo, quando tá tudo parecendo dar errado, é o objetivo.

Bora começar!!!!


segunda-feira, 21 de maio de 2018

Sim, eu tenho medo!




Há algumas semanas venho percebendo que minha volta pra casa de ônibus, tem sido tensa.
E comecei a reparar que não é apenas enquanto estou no ônibus que rola a tensão.
Nãoooooo.
É um longo processo ...

Acordo e já lembro que mais tarde vou pegar o ônibus pra voltar pra casa.
Passo o dia com essa tensão na cabeça.
Quando chega o momento, não consigo relaxar enquanto não entro na minha casa.

E piora ...
Fim de semana, uhu, vamos sair? Não, tenho medo de pegar ônibus.
Mas como assim? Se eu não tiver como voltar de Uber eu não saio.

E como tudo isso começou ...
Bom, de uns dois meses pra cá comecei a me sentir muito triste e desanimada por conta de assuntos sentimentais que me aconteceram (e que talvez valham um outro post) e como boa mulher e princesinha moderna declarei a mim mesma: vou tirar isso de letra!

Não chorei.
Não gritei.
Não desci no box do banheiro chorando ouvindo Marília Mendonça.
Não saí com as amigas e tomei um porre.
Nada.
Apenas senti falta do fulano.
Falta de tudo, desde o bom dia até a forma carinhosa como ele me chamava.
E aí sem eu perceber a tristeza dominou meu ser.
Perdi vontade de tudo e de todos, porque sim, existiam boys querendo-me, mas eu não queria porque meu coração machucado era de outro.
Quase uma novela mexicana.

Mas o fato é, essa tristeza não curada, mexeu com psicológico e me fez ficar suscetível a qualquer coisa.

Comecei a viajar para São Paulo algumas vezes nas semanas e até aí tudo certo.
Numa sexta-feira que estava no Rio, soube de um assalto ao ônibus que sempre pego e que passou um pouco antes do que eu estava.
Foram relatos de momentos terríveis e só em ouvir voltei pra casa tremendo.

Desse dia em diante nunca mais entrei naquele ônibus em paz.
E nunca mais tive dias de paz.
Até testei a volta pra casa de metrô, para assim evitar o ônibus. Não foi ruim mas vou em pé pra casa e ando por um local com alto índice de assaltos para chegar em casa.

Hoje, depois de algumas semanas tomei coragem, não senti medo e peguei meu ônibus.
Estava tudo indo bem, até que duas jovens sentaram próximas a mim e começaram a relatar algum assalto que ocorreu na linha de ônibus em que estávamos e as moças estavam nitidamente com medo, pânico talvez.

Todo passageiro que entrava elas se assustavam.
Teve um que fez uma das meninas levar um susto e sentir dor no coração.
Elas estavam falando em colocar o celular no seguro e que já estavam se acostumando com a ideia de perdê-lo.

Elas me deixaram com medo, e vi que o nível de medo delas era maior que o meu.
Não tenho medo de perder algo, tenho medo de vivenciar essa situação dentro de um ônibus, onde não sabemos o que pode acontecer.
Medo não, tenho pânico só de imaginar.
Voltei pra casa com a cabeça explodindo e percebendo que o pânico está assolando um número bem maior de pessoas do que eu pensava.
Quando é com a gente, a gente acha que pode ser besteira, mesmo eu já estando em busca de ajuda.

Senti vontade de conversar mais com aquelas meninas e entender melhor o que elas estão passando, mas elas estavam tão apreensivas que não quis mexer com eles e não quis colocar mais histórias sobre o assunto na minha vida.

E é isso ...
Nossa Cidade Maravilhosa e cada vez mais insegura está nos deixando com síndrome do pânico e quem vai pagar essa conta?

Deixo essa pergunta!

sexta-feira, 23 de março de 2018

Política: Julgamento HC do Lula pelo STF

Sim, ontem eu assisti (uma parte) do julgamento do STF sobre o habeas corpus do nosso queridíssimo ex presidente Lula.
Aquilo foi um show de horrores e politicagem barata.

Coloque em uma sala vários magistrados falando palavras rebuscadas e que nada dizem ao povo, julgando uma causa que só visa tirar da cadeia alguém que foi julgado em primeira instância, e que foi considerado culpado.

Brasil, é sério isso?

A lei não diz de forma bem ampla que quem errou tem que pagar?

Só vale para os pobres e não para os políticos?
Ou melhor, vale para alguns políticos mas não para aquele que se acha o Deus?

O que aquele julgamento me mostrou é que não tem mais jeito.

Um ministro que sabe que tem uma causa desse tamanho a ser julgada, e que sabe que poderia vir a ter diversos desdobramentos e com isso não teria hora para acabar a sessão, jamais deveria comprar uma passagem aérea para o dia em questão, num horário tão inoportuno.
A população é mesmo tão burra de não perceber que tudo está sendo armado para que nosso querido ex presidente possa se manter elegível para a próxima eleição, e que isso acontecendo ele vai ganhar (porque SIM a massa ignorante desse país está com ele, coitado) e ele se tornará isento dos seus crimes?

Até quando o Brasil vai ter que viver dessa forma?

É uma vergonha o que aconteceu ontem naquele julgamento.
Discursos que percebia-se que era para enrolar e ganhar tempo para nada ser resolvido.
Sinceramente ... não vejo luz no fim desse túnel, mas aguardemos a IMPETRAÇÃO da causa.






Maturidade

Venho pensando bastante nos últimos dias o quanto a maturidade faz a gente ficar diferentes no trato com os demais e com nós mesmos, no dia a dia.

Hoje, quando penso algo sobre alguma coisa ou alguém, não tenho medo de expor o meu pensamento.

Nem todos vão concordar com a minha opinião, e OK, é assim que funciona.

Há pouco tempo atrás eu lidava com meus pensamentos de uma forma diferente: guardava tudo para mim.

E isso me fazia mal.
Me angustiava.
Me causava dor de cabeça.
Era péssimo!

Hoje, óbvio que ainda me estresso com algumas coisas, mas expor o que se está sentindo muda muito a energia ao nosso redor.


Há pouco tempo passei por uma situação em que uma pessoa chegou até mim, em um evento, e esboçou uma opinião sobre dois aspectos meus do passado.

Aspectos esses que a pessoa criou na cabeça dela sobre mim.
O que eu chamo de verdades ABSOLUTAS individuais.
E a pessoa sem nenhum cuidado falou, de forma maldosa, na minha cara.

Quando isso acontece temos duas opções: nos irritamos ou, de forma bem madura, a gente sorri e finge que não se importou com aquilo.

Foi o que eu fiz.
Se eu estivesse em uma roda de amigos aquele papo teria rendido entre mim e a pessoa, porém em um evento onde existiam diversas pessoas que nunca vi na vida, não valia a pena debater sobre a opinião de UMA pessoa, que nunca conviveu comigo, e sequer sabe de fato quem eu sou.

Passado o evento eu fiquei pensando naquilo que me aconteceu e em como as pessoas podem ser DURAS e INAPROPRIADAS em suas opiniões.

Quando eu digo que hoje eu tenho maturidade para falar para as pessoas o que eu penso, isso não significa que eu vou chegar pra uma colega de trabalho, com a qual não tenho nenhuma intimidade, e falarei pra ela que ela não é simpática, ou qualquer outra coisa que nada irá acrescentar nem a mim e nem a pessoa.

É diferente de quando eu conheço um rapaz, ele cria toda uma "história" entre nós, e nada acontece, nunca nos encontramos e etc etc etc.

Nesse tipo de situação eu obviamente irei compartilhar com ele o que eu penso sobre tudo isso.
É uma questão que pode trazer algum ganho para ambas as pessoas.
Pode trazer um desenrolar em uma situação que está sem nenhuma definição.

Então é isso ...

Sejamos maduros para usar nossas palavras e atitudes de forma positiva.
O mundo já está muito cheio de coisas ruins, de preconceito, de ódio gratuito ... e porque não construirmos um mundo (mesmo que seja o nosso mundinho) melhor?

Tente.

Não deixe de tentar.
O mundo espera pelo nosso melhor, sempre!



Ah ... e sobre a pessoa que despejou as verdades absolutas dela sobre mim?
Se um dia voltar a encontrá-la serei educada e só.
Não sou obrigada a bater palmas para malucos / malucas! rs



terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Resenha - Seriados: The Punisher / O Justiceiro



Acho que nos últimos tempo foi o seriado mais esperado por mim.
Sou fã do estilo "tiro, porrada e bomba", real oficial, e o Justiceiro não me decepcionou em nenhum momento.
Se ele já havia sido, pra mim, a estrela principal da segunda temporada do Demolidor, agora ele mostrou bem o porque de ser daquele jeito.

Frank Castle é um personagem denso, problemático e mesmo com todo essa aura de dor em torno dele, ele consegue pensar no próximo e ajudar a quem está passando por problemas, como seus amigos Karen Page, Curtis Hoyle e David Lieberman e sua família.
Até mesmo a Madani foi ajudada pelo Castle, mesmo eles estando de lados contrários na cabeça dela.

Enfim ... É um seriado maravilhoso.
Com bastante sangue, sim.
Muita cena de porrada, sim.
E com a justiça sendo feita com as próprias mãos.

Senti falta de um romancezinho, mas acho que não iria se encaixar no contexto geral de toda história.
Mas quem sabe na próxima temporada, né?
Se você ainda não viu, veja. Não irá se arrepender!



Veja agora algumas matérias falando sobre a série:

http://cinepop.com.br/critica-the-punisher-o-justiceiro-serie-marvel-que-enfia-o-dedo-na-ferida-do-mundo-159068
http://pt.ign.com/the-punisher/51838/feature/historia-dos-comics-o-vilao-da-segunda-temporada-de-the-puni
http://tipzine.com.br/the-punisher-violencia-de-forma-visceral/

Eu já ia esquecendo ...
O que falar sobre a atuação de Jon Bernthal?
A primeira vez que vi esse ator foi na primeira temporada do Demolidor.
Pelo menos foi a primeira vez que ele de fato me chamou atenção, se vi ele antes não me lembro, apesar de já ter visto algumas produções em que ele participou.
Muito tempo depois de ter visto ele em Demolidor, comecei a assistir TWD e só depois de muitos episódios é que percebi que o Shane Walsh era o Frank Castle.
Só nesse detalhe da demora de ligar o ator a outra obra é que eu percebi claramente como o cara é um puta ator.
E agora assistindo o Justiceiro, foquei bem na interpretação dele e, putz ... Bato palmas de pé pra esse cara!!!



Música chiclete da semana: Eu, você, o mar e ela

Sabe aquela música que fica na nossa cabeça o tempo inteiro?
Quando você tem que escolher o que ouvir você vai nela?
É essa!!



Sem falar que Luan Santana tá cada dia mais adulto, gente.
É tanto beijo nos clipes atuais!!

Brincadeiras a parte, o trabalho novo do Luan "1977" é muito bom.
Músicas com letras lindas e participações maravilhosas.
Tô viciada em todas as músicas.

Resenha | Filme: A Chegada

Sim, não sou a pessoa mais atualizada com filmes que não são de ação. Sim, demorei 2 anos para ver esse filme. E sim, não consegui ficar i...